Quando as gotículas chegam ao piso, já perderam quase toda a água e caem em forma de pó.
O ORGULHO DE SER MAQUINÓGRAFO
A maioria das pessoas não sente falta da máquina de escrever, mas há quem sinta saudade. Diferente do que se pensa, muitas ainda estão na ativa. Um olhar mais atento é suficiente para perceber que ainda são úteis em escritórios de contabilidade...
UMA DAS PRICIPAIS CIDADES BASILEIRA-MANAUS-AM
Descrição Manaus!É a capital do Estado do Amazonas. É também o principal centro econômico da Região Norte brasileira. Trata-se de uma cidade histórica e portuária, localizada na confluência dos rios Negro e Solimões, no centro da floresta amazôni...
CONHEÇA UM POUCO DO MEU TRABALHO
Acessando o meu orkut você verá vários trabalhos realizado por mim. Trabalhos em exposições, em feiras culturais pelo Brasil.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
CURIOSIDADE DO LEITE EM PÓ
É um longo processo, dividido em três etapas. Na primeira delas, chamada de preparo e padronização, a matéria-prima ordenhada das vacas é preaquecida a 45ºC e colocada em uma grande centrífuga, que separa a gordura do resto do leite. Essa gordura é, então, devolvida ao leite na proporção desejada: 26% no caso do leite integral, zero para o leite desnatado. Depois de duas pasteurizações (processo que elimina as bactérias), começa a segunda etapa: a concentração. Em uma máquina chamada de concentrador tubular, o leite vai escorrendo em filmes finos em uma série de tubos por onde passa vapor. Isso faz com que ele perca água e vire uma pasta. Para obter leite condensado, basta acrescentar açúcar. No caso do leite em pó, é necessária uma última etapa, a secagem: a pasta é borrifada na forma de uma fina nuvem de gotículas em uma câmara fechada, cheia de ar quente e seco, como uma sauna.
Quando as gotículas chegam ao piso, já perderam quase toda a água e caem em forma de pó.
Quando as gotículas chegam ao piso, já perderam quase toda a água e caem em forma de pó.
HISTÓRIA DO PAPEL
Para se transformar a madeira em polpa, que é a matéria prima do papel, é necessário separar a lignina, a celulose e a hemicelulose que constituem a madeira. Para isso se usam vários processos, sendo os principais os processos mecânicos e os químicos.
Os processos mecânicos basicamente trituram a madeira, separando apenas a hemicelulose, e assim produzindo uma polpa de menor qualidade, de fibras curtas e amarelado.
O principal processo químico é o kraft, que trata a madeira em cavacos com hidróxido de sódio e hidrossulfeto de sódio, que dissolve a lignina, liberando a celulose como polpa de papel de maior qualidade. O principal inconveniente deste processo é que o licor escuro também conhecido como licor negro que é produzido pela dissolução da lignina da madeira. Este licor deve ser tratado adequadamente devido a seu grande poder poluente, já que contém compostos de enxofre tóxicos e mal-cheirosos e grande carga orgânica. O reaproveitamento desta lignina é diverso, podendo o licor ser concentrado por evaporação e usado até mesmo como combustível para produção de vapor na própria fábrica. O branqueamento da polpa de papel subsequente também é potencialmente poluente, pois costumava ser feito com cloro, gerando compostos orgânicos clorados tóxicos e cancerígenos. Atualmente o branqueamento é feito por processos sem cloro elementar conhecido como ECF do inglês "elemental chlorine free" (usam dióxido de cloro) ou totalmente livres de cloro conhecido como TCF do inglês "total chlorine free" (usam peróxidos, ozônio, etc.). Estudos apontam que o efluente que sai de ambos os processos quando tratado não possui diferença significativa quanto ao teor tóxico sendo ambos de baixíssimo impacto ambiental. Aplicações industriais têm apontado para uma redução na emissão de óxidos de nitrogênio (dióxido de nitrogênio e monóxido de nitrogênio) na mudança do processo TCF para o processo ECF. Essas duas evidências em conjunto têm começado a fazer o setor repensar quanto a qual processo dentre os dois é efetivamente menos poluente e quebra um grande paradigma no setor que acreditava como dogma que o processo totalmente livre de cloro (TCF) era o mais adequado ambientalmente.
[editar] Resumo do processo produtivoFloresta - local onde são plantadas espécies mais apropriadas para a o tipo de celulose ou papel a ser produzido - a maioria das empresas usam áreas reflorestadas e tem seu proprio viveiro onde fazem melhorias na espécie cultivada fazendo a clonagem das plantas com as melhores características;
Captação da madeira — A árvore é cortada e descascada, transportada, lavada e picada em cavacos de tamanhos pré determinados;
Cozimento: no digestor os cavacos são misturados ao licor branco e cozidos a temperaturas de 160 C;
- Nessa etapa tem-se a pasta marrom que pode ser usada para fabricar papéis não branqueados.
Branqueamento - a pasta marrom passa por reações com peróxido, dioxido de sódio, dioxido de cloro, ozônio e ácido e é lavada a cada etapa transformando-se em polpa branqueada;
Secagem: a polpa branqueada é seca e enfardada para transporte caso a fábrica não possua maquina de papel;
Máquina de papel - a celulose é seca e prensada até atingir a gramatura desejada para o papel a ser produzido.
Tratamento da lixívia e rejeitos da água — o licor negro resultante do cozimento é tratado e os químicos são recuperados para serem usado como licor branco. Esse tratamento ameniza os impactos ambientais causados pela fabrica de papel;
Produção de energia — A produção de energia vem de Turbo geradores que são movidos por vapor proveniente da caldeira.
[editar] Tamanhos padronizados
Diferentes tamanhos de papel.Ver artigo principal: Tamanho de papel
As folhas de papel comercialmente vendidas são cortadas em tamanhos predefinidos. Os mais comuns são Carta e A4, usados em escritórios e tarefas escolares. As gráficas também usam papel em tamanho A3, principalmente para confecção de cartazes. As dimensões são agrupadas em um tipo de "família", onde os valores crescem na seguinte proporção: A) a altura do tamanho atual passa a ser a largura do próximo tamanho, e B) a altura do próximo tamanho é o dobro da largura do tamanho actual. Alguns exemplos:
W=width, largura H=height, altura
--------------------------------------------------------------------------------
Tamanhos de papel conhecidos
--------------------------------------------------------------------------------
U.S. standard
Polegadas cm Pontos
Nome W × H W × H W × H
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JIS standard
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Outros
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halfletter 5.5 8.5 14.0 21.6 396 612
[editar] Tipos de papelEntre os muitos conhecidos podem-se citar:
Papel ácido;
Papel alcalino;
Papel artesanal;
Papel autocopiativo;
Papel bíblia;
Papel-cartão;
Papel couché;
Papel dobradura
Papel de seda
Glinter - Uma espécie de papel termossensível;
Papel higiênico;
Papel jornal;
Papel fotocopiador;
Papel fotográfico;
Papel offset;
Papel termossensível;
Papelão;
Papel reciclado;
Papel presente;
Papel vegetal;
Papel vergé;
Papel sulfite;
Papel de arroz;
Papel de westimentor;
Papel de folha de bananeira;
[editar] Ver tambémO Commons possui uma categoria com multimídias sobre PapelPergaminho
Imprensa
Reciclagem de papel
Papiro
Papelão
Tamanho de papel
Papel de parede
Polpa de celulose
[Esconder]v • eFerramentas
Ferramentas de corte/perfuração Tesoura · Faca · Machado · Lâmina · Guilhotina · Canivete · Abridor de garrafas · Furadeira · Catana · Ferramenta de diamante
Ferramentas de força/impacto Martelo · Marreta
Utensílios de cozinha Colher · Garfo · Faca
Ferramentas elétricas Amperímetro · Voltímetro · Multímetro
Ferramentas de escritório Lápis · Borracha · Caneta · Régua · Papel · Grampeador · Tesoura · Cola · Grampo · Clipe · Compasso · Transferidor
Outras ferramentas Alicate · Chave de fenda
Portal da imprensa
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Papel&oldid=27742878"
Categorias: PapelMaterial escolarMateriaisMateriais de arteMateriais recicláveisArtes com papelCategoria oculta: !Artigos destacados na Wikipédia em alemão
Os processos mecânicos basicamente trituram a madeira, separando apenas a hemicelulose, e assim produzindo uma polpa de menor qualidade, de fibras curtas e amarelado.
O principal processo químico é o kraft, que trata a madeira em cavacos com hidróxido de sódio e hidrossulfeto de sódio, que dissolve a lignina, liberando a celulose como polpa de papel de maior qualidade. O principal inconveniente deste processo é que o licor escuro também conhecido como licor negro que é produzido pela dissolução da lignina da madeira. Este licor deve ser tratado adequadamente devido a seu grande poder poluente, já que contém compostos de enxofre tóxicos e mal-cheirosos e grande carga orgânica. O reaproveitamento desta lignina é diverso, podendo o licor ser concentrado por evaporação e usado até mesmo como combustível para produção de vapor na própria fábrica. O branqueamento da polpa de papel subsequente também é potencialmente poluente, pois costumava ser feito com cloro, gerando compostos orgânicos clorados tóxicos e cancerígenos. Atualmente o branqueamento é feito por processos sem cloro elementar conhecido como ECF do inglês "elemental chlorine free" (usam dióxido de cloro) ou totalmente livres de cloro conhecido como TCF do inglês "total chlorine free" (usam peróxidos, ozônio, etc.). Estudos apontam que o efluente que sai de ambos os processos quando tratado não possui diferença significativa quanto ao teor tóxico sendo ambos de baixíssimo impacto ambiental. Aplicações industriais têm apontado para uma redução na emissão de óxidos de nitrogênio (dióxido de nitrogênio e monóxido de nitrogênio) na mudança do processo TCF para o processo ECF. Essas duas evidências em conjunto têm começado a fazer o setor repensar quanto a qual processo dentre os dois é efetivamente menos poluente e quebra um grande paradigma no setor que acreditava como dogma que o processo totalmente livre de cloro (TCF) era o mais adequado ambientalmente.
[editar] Resumo do processo produtivoFloresta - local onde são plantadas espécies mais apropriadas para a o tipo de celulose ou papel a ser produzido - a maioria das empresas usam áreas reflorestadas e tem seu proprio viveiro onde fazem melhorias na espécie cultivada fazendo a clonagem das plantas com as melhores características;
Captação da madeira — A árvore é cortada e descascada, transportada, lavada e picada em cavacos de tamanhos pré determinados;
Cozimento: no digestor os cavacos são misturados ao licor branco e cozidos a temperaturas de 160 C;
- Nessa etapa tem-se a pasta marrom que pode ser usada para fabricar papéis não branqueados.
Branqueamento - a pasta marrom passa por reações com peróxido, dioxido de sódio, dioxido de cloro, ozônio e ácido e é lavada a cada etapa transformando-se em polpa branqueada;
Secagem: a polpa branqueada é seca e enfardada para transporte caso a fábrica não possua maquina de papel;
Máquina de papel - a celulose é seca e prensada até atingir a gramatura desejada para o papel a ser produzido.
Tratamento da lixívia e rejeitos da água — o licor negro resultante do cozimento é tratado e os químicos são recuperados para serem usado como licor branco. Esse tratamento ameniza os impactos ambientais causados pela fabrica de papel;
Produção de energia — A produção de energia vem de Turbo geradores que são movidos por vapor proveniente da caldeira.
[editar] Tamanhos padronizados
Diferentes tamanhos de papel.Ver artigo principal: Tamanho de papel
As folhas de papel comercialmente vendidas são cortadas em tamanhos predefinidos. Os mais comuns são Carta e A4, usados em escritórios e tarefas escolares. As gráficas também usam papel em tamanho A3, principalmente para confecção de cartazes. As dimensões são agrupadas em um tipo de "família", onde os valores crescem na seguinte proporção: A) a altura do tamanho atual passa a ser a largura do próximo tamanho, e B) a altura do próximo tamanho é o dobro da largura do tamanho actual. Alguns exemplos:
W=width, largura H=height, altura
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Tamanhos de papel conhecidos
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Polegadas cm Pontos
Nome W × H W × H W × H
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[editar] Tipos de papelEntre os muitos conhecidos podem-se citar:
Papel ácido;
Papel alcalino;
Papel artesanal;
Papel autocopiativo;
Papel bíblia;
Papel-cartão;
Papel couché;
Papel dobradura
Papel de seda
Glinter - Uma espécie de papel termossensível;
Papel higiênico;
Papel jornal;
Papel fotocopiador;
Papel fotográfico;
Papel offset;
Papel termossensível;
Papelão;
Papel reciclado;
Papel presente;
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Papel vergé;
Papel sulfite;
Papel de arroz;
Papel de westimentor;
Papel de folha de bananeira;
[editar] Ver tambémO Commons possui uma categoria com multimídias sobre PapelPergaminho
Imprensa
Reciclagem de papel
Papiro
Papelão
Tamanho de papel
Papel de parede
Polpa de celulose
[Esconder]v • eFerramentas
Ferramentas de corte/perfuração Tesoura · Faca · Machado · Lâmina · Guilhotina · Canivete · Abridor de garrafas · Furadeira · Catana · Ferramenta de diamante
Ferramentas de força/impacto Martelo · Marreta
Utensílios de cozinha Colher · Garfo · Faca
Ferramentas elétricas Amperímetro · Voltímetro · Multímetro
Ferramentas de escritório Lápis · Borracha · Caneta · Régua · Papel · Grampeador · Tesoura · Cola · Grampo · Clipe · Compasso · Transferidor
Outras ferramentas Alicate · Chave de fenda
Portal da imprensa
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Papel&oldid=27742878"
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HISTÓRIA SOBRE O FÓSFORO
O guano, excremento de aves e morcegos, foi uma das primeiras fontes de fósforo que o homem utilizou, mesmo desconhecendo a existência desse elemento, posteriormente descoberto pelo alemão Henning Brand, em 1669. Os registros da utilização do fósforo como fertilizante, datam desde 200 a.C., os cartagineses, povo que viveu no norte do continente africano, em uma colônia fenícia, hoje Tunis, atualmente capital da Tunísia, usavam o excremento de aves para elevar a produção de seus cultivos. Os incas peruanos consideram crime matar pássaros, de tanto que valorizavam seus excrementos. Os indígenas americanos, em sua agricultura, utilizavam peixes e ossos. Os ossos e o guano eram, mesmo que em quantidade limitada, a principal fonte de fósforo e ácido fosfórico. Somente em 1842, quando o inglês John B. Lawes adquiriu uma patente para o tratamento de cinzas de osso, foi que a indústria do fósforo teve seu marco inicial, a partir dessa época, foram descobertas, principalmente na Inglaterra, diversas espécies de minérios fosfáticos, aplicações e tratamentos desses minerais para elevar sua eficiência, a acidulação com acido sulfúrico foi uns dos primeiros métodos de enriquecer eficientemente esses minérios, atualmente a acidulação com ácido nítrico ou com ácido fosfórico leva a um fertilizante de melhor qualidade. Em 1869, na Inglaterra, é registrada uma patente sobre o uso de ácido fosfórico na proteção anticorrosão de ferro e aço.
Durante o século X, o fósforo foi muito empregado na indústria bélica, devido as suas propriedades incendiárias, as bombas de fumaça que utilizam fósforo eram geralmente usadas como dispositivo e não como ofensivas, mas se observarmos as queimaduras causadas por essas bombas, notaremos que elas são muito ofensivas. As queimaduras por fósforo é uma das piores tipos de queimadura, pois o fósforo é absorvido pelo organismo humano através das feridas causadas pelas queimaduras.
Durante o século X, o fósforo foi muito empregado na indústria bélica, devido as suas propriedades incendiárias, as bombas de fumaça que utilizam fósforo eram geralmente usadas como dispositivo e não como ofensivas, mas se observarmos as queimaduras causadas por essas bombas, notaremos que elas são muito ofensivas. As queimaduras por fósforo é uma das piores tipos de queimadura, pois o fósforo é absorvido pelo organismo humano através das feridas causadas pelas queimaduras.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
EVOLUÇÃO DA BICICLETA
Documentos históricos guardados no Museu de Madrid mostram projetos de uma bicicleta do grande inventor italiano Leonardo da Vinci. Estes projetos, elaborados no século XV, não foram executados.
História, invenções e evolução
A mais antiga das bicicletas foi chamada em seu país de origem, a França, de “cavalinho-de-pau”. Este importante meio de transporte surgiu na cidade de Paris em 1818. Esta primeira versão não possuía pedais e provocava muito cansaço em que andava com ela.
No ano de 1840, o ferreiro escocês chamado Kirkpatrick Macmillan inventou um tipo de pedal, colocado junto à roda traseira por meio de um manete. Este sistema era semelhante ao daqueles carrinhos de pedais usados por crianças. Este dispositivo deu a bicicleta mais rapidez e estabilidade.
Em 1855, o ferreiro francês especialista em carruagens, Pierre Michaux, inventou o pedal. Este foi instalado num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira. Chamado de velocípede, é considerado a primeira bicicleta moderna.
A primeira bicicleta a possuir um sistema com corrente ligada às rodas foi projetada por H.J.Lawson, no ano de 1874. Seu terceiro modelo, a “Bicyclette”, foi desenhado em 1879. Esta bicicleta já possuía maior estabilidade e segurança.
Na década de 1880, o inventor inglês John Kemp Starley projetou uma bicicleta semelhante as atuais. Possuía guidão, rodas de borracha, quadro, pedais e correntes.
Curiosidades:
- A primeira fábrica de bicicletas do mundo foi criada em 1875 e chamava-se Companhia Michaux. Foi a primeira fábrica a produzir bicicletas em série.
- Em 1898, as primeiras bicicletas chegaram ao Brasil vindas da Europa.
História, invenções e evolução
A mais antiga das bicicletas foi chamada em seu país de origem, a França, de “cavalinho-de-pau”. Este importante meio de transporte surgiu na cidade de Paris em 1818. Esta primeira versão não possuía pedais e provocava muito cansaço em que andava com ela.
No ano de 1840, o ferreiro escocês chamado Kirkpatrick Macmillan inventou um tipo de pedal, colocado junto à roda traseira por meio de um manete. Este sistema era semelhante ao daqueles carrinhos de pedais usados por crianças. Este dispositivo deu a bicicleta mais rapidez e estabilidade.
Em 1855, o ferreiro francês especialista em carruagens, Pierre Michaux, inventou o pedal. Este foi instalado num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira. Chamado de velocípede, é considerado a primeira bicicleta moderna.
A primeira bicicleta a possuir um sistema com corrente ligada às rodas foi projetada por H.J.Lawson, no ano de 1874. Seu terceiro modelo, a “Bicyclette”, foi desenhado em 1879. Esta bicicleta já possuía maior estabilidade e segurança.
Na década de 1880, o inventor inglês John Kemp Starley projetou uma bicicleta semelhante as atuais. Possuía guidão, rodas de borracha, quadro, pedais e correntes.
Curiosidades:
- A primeira fábrica de bicicletas do mundo foi criada em 1875 e chamava-se Companhia Michaux. Foi a primeira fábrica a produzir bicicletas em série.
- Em 1898, as primeiras bicicletas chegaram ao Brasil vindas da Europa.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
BISCUIT- ARTE DE MODELAGEM
BiscuitOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa
Biscuit ou Porcelana Fria é a massa de modelar produzida a partir da mistura de amido de milho, cola branca para porcelana fria, conservantes como limão ou vinagre e vaselina. Este tipo de massa também é chamado de porcelana fria, pois não precisa ser aquecida para que mantenha seu formato final de modelagem e seca em contato com o ar.
O Biscuit é uma massa de fácil modelagem, aceitando tingimento e pintura com diversos tipos de tintas e corantes.
Índice
1 Modos de Preparo
1.1 Ingredientes
1.2 Modo de preparo no forno de microondas
1.3 Modo de preparo no fogão
1.4 Sovando a massa
2 Dicas
3 Modelagem
4 Tingimento
[editar] Modos de PreparoAlgumas formas de preparo da massa:
[editar] Ingredientes02 xícaras de chá de cola branca própria para porcelana fria (biscuit) ou qualquer outra de base pva
02 xícaras de chá de amido de milho
02 colheres de sopa de vaselina líquida
01 colher de sopa de conservante (limão ou vinagre)
01 colher de sopa de creme hidratante sem silicone, que será utilizado para sovar a massa após o cozimento
[editar] Modo de preparo no forno de microondasEm uma vasilha de vidro, misture todos os ingredientes até que estejam incorporados. Leve ao forno de microondas e misture a massa a cada 30 segundos com uma colher de madeira. A massa estará pronta quando não mais restarem pontos de cola ao fundo, ela fica seca, compacta e adquire a consistência de uma bola.
[editar] Modo de preparo no fogãoMisture todos os ingredientes mexendo com uma colher de pau que deve ser específica para fazer a massa - não misture com o restante da louça. O ponto certo é quando ela se torna compacta e desprende do fundo da panela (antiaderente) sem estar totalmente ressecada, isto é, com um pouco de cola envolvendo a massa. Para quem já fez massa de coxinha (salgadinho) o ponto é o mesmo.
[editar] Sovando a massaApós o cozimento, espalhe o creme nas mãos e em uma superfície lisa e fria (pia da cozinha por exemplo, bancada de mármore ou fórmica) e sove como massa de pão. Cuidado com o calor da massa para não queimar as mãos.
[editar] DicasA massa tem que ser sovada enquanto está quente, para ficar macia e elástica. Depois de sovada (a massa já estará morna) guarde-a em um saco plástico limpo, livre de poeiras e gorduras. Deixe a massa descansar por um dia. Retire a massa desta embalagem, seque-a com um pano que não solte fiapos e guarde em um novo saco ou filme plástico.
Outra opção para armazenar a massa é utilizando potes e as massas envolvidas em filme ou sacos plásticos.
O maior cuidado no armazenamento é não deixar a massa em contato com o ar, por isso sempre é recomendado envolver em filmes que impossibilitem a evaporação da água da massa, iniciando assim o processo de secagem antecipado (antes da modelagem).
É importante verificar a completa ausência de ar entre a massa e qualquer cobertura plástica para que não ocorra o ressecamento.
Antigamente os profissionais de modelagem costumavam utilizar formol na conservação da massa, substituindo o vinagre ou limão por este conservante. Porém o uso do formol pode levar a intoxicações sérias e seu uso (além de controlado) não é indicado no preparo da massa. O risco de intoxicação por inalação quando do preparo da massa é grande, e deve ser totalmente evitado.
Hoje em dia as massas prontas que são vendidas no mercado, requerem uma atenção especial,em relação ao processo final, mesmo respeitando o tempo de secagem é indicado que se passe o verniz, pois caso não passe a peça mofara.
Outra dica é que só é indicado passar o verniz depois que a peça estiver totalmente seca.
[editar] ModelagemA massa de Biscuit é versátil e pode ser utilizada para uma infinidade de projetos. Pode-se aplicar a massa natural ou tingida, criando efeitos diferenciados de acabamentos.
Para as peças modeladas após o tingimento será necessário preparar todas as quantidades necessárias para o projeto em cada uma das cores escolhidas, isso porque será muito difícil conseguir o mesmo tom em outro lote de massas a tingir.
Também pode ser realizada a modelagem com a massa natural (sem corante ou apenas com branqueador de massa) e ser pintada depois de seca com tinta látex, acrílica e também tinta a óleo. Alguns destes pigmentos podem também ser utilizados para tingir a massa.
A secagem da peça é feita deixando em local arejado e escorada caso exista necessidade, sobre uma superfície porosa como uma espuma ou tecido. Note que a peça encolhe cerca de 30% em suas dimensões por conta da evaporação da água, comum no processo de secagem.
[editar] TingimentoPor ser atóxica (na maioria das composições) a tinta de tecido é bastante utilizada na coloração da massa de biscuit. Outras opções são os corantes em gel ou pó específicos para esse tipo de artesanato que podem ser encontrados em casas do ramo.
As tintas à base de óleo não são indicadas por conta do manuseio da massa e da possibilidade de alergias em contato com a pele. Caso utilize esse tipo de corante use luvas para tingir e também ao modelar com a massa.
Pode ser feita a pintura em massa natural seca ou não, e o pigmento recomendado é a tinta látex. O excesso no uso da tinta (grossas camadas de pintura ou diluição excessiva da tinta) pode causar rachaduras na peça. Caso isso ocorra, lave a peça imediatamente em água corrente removendo toda a camada de tinta e seque com um jato de calor (secador de cabelos).
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Biscuit&oldid=25544788"
Categoria: ArtesanatoFerramentas pessoais
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Noutras línguasFrançaisEnglishEsta página foi modificada pela última vez à(s) 18h49min de 3 de junho de 2011.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição - Partilha nos Mesmos Termos 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.
Biscuit ou Porcelana Fria é a massa de modelar produzida a partir da mistura de amido de milho, cola branca para porcelana fria, conservantes como limão ou vinagre e vaselina. Este tipo de massa também é chamado de porcelana fria, pois não precisa ser aquecida para que mantenha seu formato final de modelagem e seca em contato com o ar.
O Biscuit é uma massa de fácil modelagem, aceitando tingimento e pintura com diversos tipos de tintas e corantes.
Índice
1 Modos de Preparo
1.1 Ingredientes
1.2 Modo de preparo no forno de microondas
1.3 Modo de preparo no fogão
1.4 Sovando a massa
2 Dicas
3 Modelagem
4 Tingimento
[editar] Modos de PreparoAlgumas formas de preparo da massa:
[editar] Ingredientes02 xícaras de chá de cola branca própria para porcelana fria (biscuit) ou qualquer outra de base pva
02 xícaras de chá de amido de milho
02 colheres de sopa de vaselina líquida
01 colher de sopa de conservante (limão ou vinagre)
01 colher de sopa de creme hidratante sem silicone, que será utilizado para sovar a massa após o cozimento
[editar] Modo de preparo no forno de microondasEm uma vasilha de vidro, misture todos os ingredientes até que estejam incorporados. Leve ao forno de microondas e misture a massa a cada 30 segundos com uma colher de madeira. A massa estará pronta quando não mais restarem pontos de cola ao fundo, ela fica seca, compacta e adquire a consistência de uma bola.
[editar] Modo de preparo no fogãoMisture todos os ingredientes mexendo com uma colher de pau que deve ser específica para fazer a massa - não misture com o restante da louça. O ponto certo é quando ela se torna compacta e desprende do fundo da panela (antiaderente) sem estar totalmente ressecada, isto é, com um pouco de cola envolvendo a massa. Para quem já fez massa de coxinha (salgadinho) o ponto é o mesmo.
[editar] Sovando a massaApós o cozimento, espalhe o creme nas mãos e em uma superfície lisa e fria (pia da cozinha por exemplo, bancada de mármore ou fórmica) e sove como massa de pão. Cuidado com o calor da massa para não queimar as mãos.
[editar] DicasA massa tem que ser sovada enquanto está quente, para ficar macia e elástica. Depois de sovada (a massa já estará morna) guarde-a em um saco plástico limpo, livre de poeiras e gorduras. Deixe a massa descansar por um dia. Retire a massa desta embalagem, seque-a com um pano que não solte fiapos e guarde em um novo saco ou filme plástico.
Outra opção para armazenar a massa é utilizando potes e as massas envolvidas em filme ou sacos plásticos.
O maior cuidado no armazenamento é não deixar a massa em contato com o ar, por isso sempre é recomendado envolver em filmes que impossibilitem a evaporação da água da massa, iniciando assim o processo de secagem antecipado (antes da modelagem).
É importante verificar a completa ausência de ar entre a massa e qualquer cobertura plástica para que não ocorra o ressecamento.
Antigamente os profissionais de modelagem costumavam utilizar formol na conservação da massa, substituindo o vinagre ou limão por este conservante. Porém o uso do formol pode levar a intoxicações sérias e seu uso (além de controlado) não é indicado no preparo da massa. O risco de intoxicação por inalação quando do preparo da massa é grande, e deve ser totalmente evitado.
Hoje em dia as massas prontas que são vendidas no mercado, requerem uma atenção especial,em relação ao processo final, mesmo respeitando o tempo de secagem é indicado que se passe o verniz, pois caso não passe a peça mofara.
Outra dica é que só é indicado passar o verniz depois que a peça estiver totalmente seca.
[editar] ModelagemA massa de Biscuit é versátil e pode ser utilizada para uma infinidade de projetos. Pode-se aplicar a massa natural ou tingida, criando efeitos diferenciados de acabamentos.
Para as peças modeladas após o tingimento será necessário preparar todas as quantidades necessárias para o projeto em cada uma das cores escolhidas, isso porque será muito difícil conseguir o mesmo tom em outro lote de massas a tingir.
Também pode ser realizada a modelagem com a massa natural (sem corante ou apenas com branqueador de massa) e ser pintada depois de seca com tinta látex, acrílica e também tinta a óleo. Alguns destes pigmentos podem também ser utilizados para tingir a massa.
A secagem da peça é feita deixando em local arejado e escorada caso exista necessidade, sobre uma superfície porosa como uma espuma ou tecido. Note que a peça encolhe cerca de 30% em suas dimensões por conta da evaporação da água, comum no processo de secagem.
[editar] TingimentoPor ser atóxica (na maioria das composições) a tinta de tecido é bastante utilizada na coloração da massa de biscuit. Outras opções são os corantes em gel ou pó específicos para esse tipo de artesanato que podem ser encontrados em casas do ramo.
As tintas à base de óleo não são indicadas por conta do manuseio da massa e da possibilidade de alergias em contato com a pele. Caso utilize esse tipo de corante use luvas para tingir e também ao modelar com a massa.
Pode ser feita a pintura em massa natural seca ou não, e o pigmento recomendado é a tinta látex. O excesso no uso da tinta (grossas camadas de pintura ou diluição excessiva da tinta) pode causar rachaduras na peça. Caso isso ocorra, lave a peça imediatamente em água corrente removendo toda a camada de tinta e seque com um jato de calor (secador de cabelos).
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terça-feira, 18 de outubro de 2011
GATO&FATOS
Gatos são caçadores espetaculares. Qualquer animal menor pode virar refeição, ou servir como uma saudável brincadeira.
No entanto, nem todo felino é bom caçador. A destreza varia de acordo com a idade e a raça. O Maine coon, o vira-lata e o Siamês são exemplos de gatos "implacáveis" na caça aos roedores. Mas será que caçar ratos é uma boa atividade para o animal?
No Reino Unido, o primeiro-ministro contratou um gato para caçar ratos. Embora seja um exercício saudável, os gatos podem contrair doenças porque pegam os ratos com a boca.
A Toxoplasmose é transmitida assim, do rato para o gato. E finalmente você pode ser a próxima vítima. Pense nisso
No entanto, nem todo felino é bom caçador. A destreza varia de acordo com a idade e a raça. O Maine coon, o vira-lata e o Siamês são exemplos de gatos "implacáveis" na caça aos roedores. Mas será que caçar ratos é uma boa atividade para o animal?
No Reino Unido, o primeiro-ministro contratou um gato para caçar ratos. Embora seja um exercício saudável, os gatos podem contrair doenças porque pegam os ratos com a boca.
A Toxoplasmose é transmitida assim, do rato para o gato. E finalmente você pode ser a próxima vítima. Pense nisso
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
O ORGULHO DE SER MAQUINÓGRAFO

A maioria das pessoas não sente falta da máquina de escrever, mas há quem sinta saudade. Diferente do que se pensa, muitas ainda estão na ativa. Um olhar mais atento é suficiente para perceber que ainda são úteis em escritórios de contabilidade e de advocacia, cartórios e até mesmo na Câmara de Vereadores de Maringá.
A exemplo dos computadores, as antigas máquinas de escrever também quebram. E a sujeira é um dos principais problemas. Encontrar profissionais para resolver um problema no computador é fácil, mas dá para contar nos dedos - e talvez numa única mão - o número de pessoas que conserta máquinas de escrever. Numa sala do Edifício Três Marias, em Maringá, a reportagem localizou o mecanógrafo Darci Romoaldo.
23:00
CARLOS LOURENÇO

